06 de November de 2018

Educação humanística tem certificação de órgão das Nações Unidas

Colégio Soka é parte do Programa de Escolas Associadas Unesco

Panorama geral da plenária do Encontro

O objetivo fundamental do Programa de Escolas Associadas Unesco – PEA, é a criação de uma rede internacional de escolas que trabalhem pela ideia da cultura da paz. Ideal esse compartilhado pelo Colégio Soka do Brasil desde a sua fundação. Em setembro último, o diretor da escola, James Yamauti representou a instituição no Encontro Nacional da Rede PEA 2018, realizado em Salvador-BA. “O objetivo principal do Colégio Soka do Brasil é o direcionamento para uma educação voltada à criação de valores e desenvolvimento do humanismo”, enfatizou James.


As escolas associadas recebem um certificado internacional de escola membro e tem o direito de utilizar a logomarca do PEA e do Ano Internacional em vigor. Pode receber também materiais eventual ou periodicamente produzidos pela Unesco e participar de concursos internacionais lançados com freqüência pela Unesco e outras instituições a ela ligadas. Por diversas vezes, alunos brasileiros foram convidados a viagens internacionais, em função dessas atividades. São hoje 583 instituições de ensino brasileiras integrantes da Rede PEA. “Fazer parte do PEA possibilita melhor formação para alunos e professores unidos pelo objetivo de contribuir para a paz e a segurança no mundo, pautados em pilares como educação e cultura”, explicou James.


Ser parte da Rede PEA é participar de uma comunidade unida em prol de um grande objetivo: uma educação de qualidade que realmente contemple o futuro das próximas gerações. Uma rede como aval da Unesco possibilita uma rica troca de informações e experiências, compartilhamento de projetos e ideais. Isso maximiza os esforços e repercute positivamente nas escolas, que podem ampliar o trabalho pela cultura da paz, em todas as suas formas.


Durante o evento da Rede PEA foram sugeridas ações que visam a formação de novas gerações cada vez mais conscientes de seu papel como cidadãos globais. Esses objetivos foram compartilhados durante o evento, que contou com a presença de Mariana Alcalay Cors, representando a coordenadora Internacional do PEA, Sabine Detzel; Myriam Tricate, coordenadora Nacional do PEA no Brasil; e do secretário de Educação da cidade de Salvador, Bruno Barral. Participaram também representantes da Rede PEA de países como França e Argentina, secretários de Educação e Cultura de diversas localidades brasileiras, diretores, professores e outros profissionais de educação das escolas associadas.


Myriam Tricate explicou que uma escola associada da Unesco pratica um ensino intercultural, democrático e participativo nas suas estruturas e método de ensino. Dessa maneira, o Colégio Soka do Brasil conquista a oportunidade não somente de experimentar novas práticas, mas também de compartilhar seus saberes calcados nos ideais humanísticos da instituição. Tricate finalizou solicitando ao Colégio Soka que se abrisse ainda mais ao mundo. “Abram suas portas para educadores e jovens de outras instituições de ensino do Brasil e do mundo.”


Mariana Alcalay, oficial de Projetos do Setor de Educação da Representação da Unesco no Brasil, compartilhou a expectativa da Rede PEA sobre o ingresso das novas escolas. “O desejo é de que todas as escolas estejam alinhadas defendendo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) apresentados pela Organização das Nações Unidas (ONU), em especial o objetivo de número quatro (Educação de Qualidade)”. A proposta da rede é que as instituições de ensino certificadas trabalhem a partir de temas como a educação para o desenvolvimento sustentável, cidadania global, direitos humanos, não violência, cultura de paz e respeito às questões de gênero, com objetivo de alcançar a Agenda 2030. Alcalay afirmou também que tem certeza de que o Colégio Soka do Brasil conseguirá atingir tais objetivos.


O Programa de Escolas Associadas foi criado no período pós-guerra com a finalidade de levar os objetivos da ONU ao campo da educação, e para isso passaram a reunir instituições de ensino que estejam ligadas ao tema central, que sempre é o ano definido pela Unesco. Sobre a atuação dos jovens para a consolidação desse objetivo, Mariana Alcalay foi enfática: “Os jovens são o futuro! Precisamos dos nossos jovens, de nossas crianças, de nossas escolas para criar um mundo sustentável, um mundo de paz que defenda os direitos humanos. Os jovens são peças fundamentais para mobilizar, permear e mudar o nosso planeta”.



Com a colaboração da redação do jornal Brasil Seikyo

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