29 de Fevereiro de 2016

Mulheres da SGI: consolidando um mundo pacífico

É consenso que as mulheres têm um papel crucial na construção de uma paz perene e o movimento feminino Soka tem demonstrado ser possível, por meio de ações efetivas e harmoniosas entre seus pares

A força da mulher é a própria força da Terra

São a metade da humanidade. No Brasil são também a maioria nos bancos escolares, do infantil à universidade. Porém, a estatística positiva pára aí. As mulheres são ainda as maiores vítimas quando o assunto é desigualdade política e econômica, além da violência doméstica. Porém é consenso ainda que a consolidação da paz é a base para a criação da segurança humana sustentável e um desenvolvimento equitativo dos países, e uma maior participação feminina em todas as esferas da sociedade é prerrogativa essencial para que esta paz seja sólida e perene. E é por isso que o movimento feminino da SGI vem se focando na capacitação e empoderamento das mulheres em todas as esferas, não apenas no conhecimento acadêmico, mas na sabedoria que advém da vivência, fruto de experiências enriquecedoras resultantes de uma vida dedicada à construção de uma Cultura de Paz, no pleno sentido do termo.


O dia 27 de fevereiro é comemorado o Dia das Mães da SGI, data instituída pelo presidente da SGI, dr. Daisaku Ikeda para ser celebrada como uma homenagem às mulheres e sua incrível capacidade de doar-se, não apenas aos filhos, mas a todas as pessoas. O dr. Ikeda, em várias ocasiões, ressaltou que: “se fossem as mulheres a comandar os países, não haveria guerra no mundo”. Isso porque, segundo ele, o dom da maternidade confere à mulher um sentimento que a parcela masculina desconhece, que é o do amor incondicional.


Ao mesmo tempo que nos últimos 15 anos, as discussões quanto a inclusão das mulheres nos processos de construção da paz vem ganhado impulso nas discussões de políticas e, mesmo assim, o número de mulheres em cargos de decisão mantém-se baixo; na SGI as mulheres têm cada vez mais se destacado em liderança e pujante vigor nas suas ações. As mulheres da SGI comandam empresas, projetam-se no Direito, na política, nas escolas, em todos os setores da sociedade e ainda doam-se para as ações em prol de um mundo de paz.


O grande desafio para a maioria das mulheres é a falta de qualificação, habilidades, conhecimento ou condição social necessárias para promover mudanças efetivas. Pois o contingente feminino da SGI apropria-se de seu destino e muda sua vida. De lavadeira a professora universitária; de dona-de-casa a procuradora de Justiça; de empregada doméstica a empresária; de adolescente pobre a mestranda na Universidade Soka do Japão (ver depoimento de Sâmera Adaes, neste mesmo site).


“A força das mulheres é a própria força da Terra. Quanto a Terra se move, tudo muda e se movimenta com ela. E, em conformidade com minha inabalável convicção, nossas companheiras da SGI construíram magnificamente uma radiante nova era das mulheres.” Daisaku Ikeda


Este grande movimento social silencioso, reverbera. Ressoa em todos os cantos do Brasil e em outros 192 países do mundo. Não pregam a segregação, mas a somatória com a outra parcela da humanidade de forma a caminharem juntos, sem discriminação quanto ao gênero. Mudar, para elas, não é separar, mas agregar. È unir, fundir para crescer, sem deixar ninguém para trás. Pois elas se ajudam, se incentivam, visitam-se e estudam juntas. Compõem um contingente impressionante de pessoas com diferentes origens e etnias mas unas em ideal e no desejo de transformar suas vidas e a de seus entes queridos. Pois a maternidade intrínseca à mulher – mesmo as que não têm filhos – é um elo que as integra de forma natural. As mulheres da SGI vêm demonstrando que a vida é um bem precioso e que devido a isso, todos os seres humanos são dignos e têm o direito de ser felizes. 


“Imagine-se empilhando uma folha de papel bem fina, uma sobre a outra, a cada dia. No início, vai parecer que essa pilha em nada aumentou. Mas, se continuar juntando as folhas dessa maneira, durante dez ou vinte anos, a pilha de folhas ficará tão alta que se tornará visível a qualquer um”, é uma das frases que caracteriza a força deste imenso contingente de mulheres benfazejas. 


São flores de lírios,
Brancas e perfumadas
Que aqui se reuniram;
São corações sublimes
Num elo de amizades...”


Este foi o poema composto pelo segundo presidente da Soka Gakkai, Josei Toda, por ocasião da fundação do Núcleo Feminino há 66 anos e é com este pensamento em mente que estas determinadas mulheres vêm se empoderando e vencendo batalhas impossíveis, todos os dias e seus locais de atuação.

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